Principais nomes do movimento de oposição ao governador Elmano de Freitas (PT) no contexto eleitoral deste ano, Ciro Gomes, Capitão Wagner e Roberto Cláudio vão se encontrar ao final da tarde desta terça-feira (28) para “bater o martelo” em torno do lançamento de Ciro à disputa pelo Governo do Estado e detalhes como data e local da solenidade, afirmou nesta segunda-feira (27) ao O Estado CE o presidente do União Brasil (UB) Ceará, Capitão Wagner.
Na semana passada, conforme adiantou este jornal, o nome do presidente do PSDB Ceará vai ser confirmado como pré-candidato ao Palácio da Abolição no próximo mês, em que pese o cenário que se abriu em torno de uma possível disputa sua à Presidência da República.
Havia uma expectativa de que a formalização ocorresse ainda em abril, mas lideranças oposicionistas articularam em defesa da ideia de que ocorresse em maio. A maior probabilidade, explica Capitão Wagner, é de que a oficialização ocorra entre o finalzinho da primeira quinzena e o início da segunda.
Questionado pela reportagem das razões pelas quais acredita que a disputa local terá Ciro nas urnas, o ex-deputado federal descreve que há em curso há meses um cenário que coloca o irmão do senador Cid Gomes (PSB) no cenário eleitoral cearense, mas que aspectos como o apoio da Federação União Progressista (UPB), do qual fazem parte UB e PP, “pavimentaram o caminho e foram decisivos” para que Ciro avançasse para a “briga” pelo Abolição.
O encontro desta terça, que até pelo menos esta segunda não tinha local confirmado para acontecer, acontece depois de Ciro participar de agendas em São Paulo nos últimos dias e deve definir os próximos passos da aliança composta por PSDB Ceará e Fortaleza e União Brasil Ceará e Fortaleza, este presidido por Roberto Cláudio.
O PL, conforme apuração do O Estado CE, vai entrar no arco de PSDB e UPB caso Ciro consolide formalmente seu nome à disputa. Levado ao UB por Ciro, o deputado federal Mauro Filho está entre os nomes que terão relevância na construção da oposição no pleito.
Na semana passada, o ex-senador Tasso Jereissati confirmou que seu correligionário vai concorrer ao Governo do Estado e minimizou, por ora, sinalizações tucanas nacionais de uma candidatura de Ciro ao Palácio do Planalto.
Tasso e Ciro, que são novamente correligionários, ensaiaram uma aproximação em 2022, quando Tasso optou por apoiar, à época, a candidatura de Roberto Cláudio, ex-prefeito de Fortaleza, ao Palácio da Abolição.
A campanha de Roberto Cláudio estava vinculada ao PDT, que acabou rachando entre apoio e oposição ao PT. Em que pese a força do também ex-governador do Ceará, Roberto Cláudio foi derrotado por Elmano no primeiro turno.
Nestas eleições, RC, ainda sem posição definida, é cotado para ser vice em chapa com Ciro. Há possibilidade de seu nome como candidato a federal, mas lideranças da oposição têm dito que o posto será uma “escolha pessoal de Ciro”, que comentou no início deste mês sua preferência pelo nome de Roberto na composição.
Contagem regressiva
O mês de maio tende a ser mais um nos quais as articulações de alianças governistas e oposicionistas vão ocorrer nos bastidores, dado o tempo ainda restante para o início das convenções partidárias: 20 de julho.
Caciques partidários de ambos os lados têm afirmado que as decisões sobre formalização de candidaturas às majoritárias – governador, vice e senador – serão anunciadas durante ou mesmo no apagar das luzes das convenções, que se encerram em 5 de agosto, de acordo com o calendário da Justiça Eleitoral.
No último sábado (25), o PSDB do Distrito Federal emitiu documento em favor do nome de Ciro à Presidência da República.
Presidente local da legenda, a deputada distrital Paula Belmonte classificou o colega como nome de centro como alternativa às candidaturas, ainda não confirmadas, do presidente Lula (PT), à reeleição, e do senador Flávio Bolsonaro (PL).
“O Brasil precisa sair da lógica dos extremos e voltar a discutir soluções concretas. Ciro Gomes representa essa alternativa, com experiência, preparo e capacidade de diálogo”, disse.
Ao O Estado CE, em meados deste mês, Ciro Gomes apontou “não ser uma decisão fácil” negar o convite da Executiva Nacional ao tempo em que sinalizou compromisso com as expectativas de apoiadores locais sobre sua candidatura ao Governo do Estado.
Na semana passada, conforme adiantou este jornal, o nome do presidente do PSDB Ceará vai ser confirmado como pré-candidato ao Palácio da Abolição no próximo mês, em que pese o cenário que se abriu em torno de uma possível disputa sua à Presidência da República.
Havia uma expectativa de que a formalização ocorresse ainda em abril, mas lideranças oposicionistas articularam em defesa da ideia de que ocorresse em maio. A maior probabilidade, explica Capitão Wagner, é de que a oficialização ocorra entre o finalzinho da primeira quinzena e o início da segunda.
Questionado pela reportagem das razões pelas quais acredita que a disputa local terá Ciro nas urnas, o ex-deputado federal descreve que há em curso há meses um cenário que coloca o irmão do senador Cid Gomes (PSB) no cenário eleitoral cearense, mas que aspectos como o apoio da Federação União Progressista (UPB), do qual fazem parte UB e PP, “pavimentaram o caminho e foram decisivos” para que Ciro avançasse para a “briga” pelo Abolição.
O encontro desta terça, que até pelo menos esta segunda não tinha local confirmado para acontecer, acontece depois de Ciro participar de agendas em São Paulo nos últimos dias e deve definir os próximos passos da aliança composta por PSDB Ceará e Fortaleza e União Brasil Ceará e Fortaleza, este presidido por Roberto Cláudio.
O PL, conforme apuração do O Estado CE, vai entrar no arco de PSDB e UPB caso Ciro consolide formalmente seu nome à disputa. Levado ao UB por Ciro, o deputado federal Mauro Filho está entre os nomes que terão relevância na construção da oposição no pleito.
Na semana passada, o ex-senador Tasso Jereissati confirmou que seu correligionário vai concorrer ao Governo do Estado e minimizou, por ora, sinalizações tucanas nacionais de uma candidatura de Ciro ao Palácio do Planalto.
Tasso e Ciro, que são novamente correligionários, ensaiaram uma aproximação em 2022, quando Tasso optou por apoiar, à época, a candidatura de Roberto Cláudio, ex-prefeito de Fortaleza, ao Palácio da Abolição.
A campanha de Roberto Cláudio estava vinculada ao PDT, que acabou rachando entre apoio e oposição ao PT. Em que pese a força do também ex-governador do Ceará, Roberto Cláudio foi derrotado por Elmano no primeiro turno.
Nestas eleições, RC, ainda sem posição definida, é cotado para ser vice em chapa com Ciro. Há possibilidade de seu nome como candidato a federal, mas lideranças da oposição têm dito que o posto será uma “escolha pessoal de Ciro”, que comentou no início deste mês sua preferência pelo nome de Roberto na composição.
Contagem regressiva
O mês de maio tende a ser mais um nos quais as articulações de alianças governistas e oposicionistas vão ocorrer nos bastidores, dado o tempo ainda restante para o início das convenções partidárias: 20 de julho.
Caciques partidários de ambos os lados têm afirmado que as decisões sobre formalização de candidaturas às majoritárias – governador, vice e senador – serão anunciadas durante ou mesmo no apagar das luzes das convenções, que se encerram em 5 de agosto, de acordo com o calendário da Justiça Eleitoral.
No último sábado (25), o PSDB do Distrito Federal emitiu documento em favor do nome de Ciro à Presidência da República.
Presidente local da legenda, a deputada distrital Paula Belmonte classificou o colega como nome de centro como alternativa às candidaturas, ainda não confirmadas, do presidente Lula (PT), à reeleição, e do senador Flávio Bolsonaro (PL).
“O Brasil precisa sair da lógica dos extremos e voltar a discutir soluções concretas. Ciro Gomes representa essa alternativa, com experiência, preparo e capacidade de diálogo”, disse.
Ao O Estado CE, em meados deste mês, Ciro Gomes apontou “não ser uma decisão fácil” negar o convite da Executiva Nacional ao tempo em que sinalizou compromisso com as expectativas de apoiadores locais sobre sua candidatura ao Governo do Estado.

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